quinta-feira, 24 de março de 2011

AS TRES GRAÇAS - aula de História da ARTE do dia 23/03/11

 
As Graças (Cárites na Mitologia Grega) são as deusas da dança, dos modos e da graça do amor, são seguidoras de Vênus e dançarinas do Olimpo.
Apesar de pouco relevantes na mitologia greco-romana, a partir do Renascimento as Graças se tornaram símbolo da idílica harmonia do mundo clássico.
Graças, nome latino das Cárites gregas, eram as deusas da fertilidade, do encantamento, da beleza e da amizade. Ao que parece seu culto se iniciou na Beócia, onde eram consideradas deusas da vegetação. O nome de cada uma delas varia nas diferentes lendas. Na Ilíada de Homero aparece uma só Cárite, esposa do deus Hefesto.
 
Existem variações regionais, sendo que o trio mais freqüente é:
  • Aglaia - a claridade;
  • Tália - a que faz brotar flores;
  • Eufrosina - o sentido da alegria;
Eram filhas de Zeus e Hera, segundo umas versões, e de Zeus e da deusa Eurínome, segundo outras.
Por sua condição de deusas da beleza, eram associadas com Afrodite, deusa do amor. Também se identificavam com as primitivas musas, em virtude de sua predileção pelas danças corais e pela música. Nas primeiras representações plásticas, as Graças apareciam vestidas; mais tarde, contudo, foram representadas como jovens desnudas, de mãos dadas; duas das Graças olham numa direção e a terceira, na direção oposta. Esse modelo, do qual se conserva um grupo escultórico da época helenística, foi o que se transferiu ao Renascimento e originou quadros célebres como "A primavera", de Botticelli, e "As três Graças", de Rubens.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Gestalt

A Psicologia da forma, Psicologia da Gestalt, Gestaltismo ou simplesmente Gestalt é uma teoria da psicologia iniciada no final do século XIX na Áustria e Alemanha que possibilitou o estudo da percepção.
Os princípios da teoria da Gestalt nos dão a idéia de percepção como sendo a organização de dados sensoriais em unidades que formam um todo ou um objeto. Atento às experiências e princípios dessa teoria, o estudioso do layout e do design da página impressa, Allen Hurlburt, afirma que essas experiências continuam ainda hoje como a principal fonte de informação científica sobre percepção e reação. Para ele, a capacidade do olho e da mente humana em reunir e ajustar elementos e de entender seu significado constitui a base do design e nos remete ao princípio que torna possível a confecção do layout de uma página impressa. E acrescenta: "Os princípios da Gestalt não apenas ensinam como podemos combinar dados sensoriais para formar objetos, como também sugerem explicações para o fato de admitirmos a ilusão da tonalidade criada por pontos de meio-tom, a arte simplificada dos cartuns, o significado dos símbolos e a inquietação dos trabalhos abstratos".


TEORIA DAS CORES
O que convencionou-se chamar de Teoria das Cores de Leonardo da Vinci, são as formulações históricas esparsas contidas em seus escritos e reunidas no livro Tratado da Pintura e da Paisagem – Sombra e Luz. Cuja primeira edição só foi publicada 132 anos após a morte do artista, são anotações recolhidas pelo artista ao longo de anos de observação e é a teoria mais corrente, sendo um dos legados do renascimento para as artes visuais.


Matiz / Tom / Intensidade  / "calor" das cores

Cores neutras
Referências:
1 : Wertheimer, Michael - PEQUENA HISTÓRIA DA PSICOLOGIA , São Paulo: Cia Editora Nacional 2 : Perls, Frederick - GESTALT TERAPIA EXPLICADA , 7a.edição, São Paulo: Summus 3: Skinner, B.F. - SOBRE O BEHAVIORISMO , São Paulo: Cultrix, 1985 4: Freud, S. - A HISTÓRIA DO MOVIMENTO PSICANALÍTICO , Edição Standard Brasileira das Obras Psicológica Completas, Vol. XIV, Rio de Janeiro: Imago 5: Freud, S. - NEUROSE E PSICOSE , Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas, Vol.XIX , Rio de Janeiro: Imago.6: Fromm, E. - A CRISE DA PSICANÁLISE , Rio de Janeiro: Zahar, 19717: Köhler, W. - PSICOLOGIA DA GESTALT , Belo Horizonte: Itatiaia, 19808: Perls, Frederick - "YO, HAMBRE Y AGRESION" , Fundo de Cultura Economica (já traduzido em Português : "Ego Fome e Agressão" - pela Editora Summus)
2 ; A Doutrina das Cores. Ed. Nova Alexandria, 2009.


terça-feira, 22 de março de 2011

“ ERA DA RAZÃO ”

Iluminismo: Movimento Ideológico do séc. XVIII
Nascimento da Ciência Moderna
Crescimento da Ciência no séc. XVIII

Neoclassicismo
Classicismo predominante na arquitetura da Europa, América e diversas colônias européias no final do século XVIII e início do XIX, caracterizado pela introdução e a disseminação de ordens e motivos ornamentais gregos e romanos, a subordinação do detalhe às composições simples, marcadamente geométricas, e a pouca profundidade dos relevos no tratamento decorativo das fachadas.

Apostila da História da arte e arquitetura I - FAU-FISS

sábado, 19 de março de 2011

Regra dos terços

Regra dos Terços é uma técnica utilizada na fotografia para se obter melhores resultados. Para utilizá-la deve-se dividir a fotografia em 9 quadros, traçando 2 linhas horizontais e duas verticais imaginárias, e posicionando nos pontos de cruzamento o assunto que se deseja destacar para se obter uma foto equilibrada.

A mesma regra pode ser aplicada aos trabalhos de artes e desenhos de observação.

Proporções Aureas

A proporção áurea, número de ouro, número áureo ou proporção de ouro é uma constante real algébrica irracional denotada pela letra grega φ (em homenagem ao escultor Fídias, que a teria utilizado para conceber o Parthenon) e com o valor arredondado a três casas decimais de 1,618. Também é chamada de seção áurea (do latim sectio aurea), razão áurea, razão de ouro, divina proporção, divina seção (do latim sectio divina), proporção em extrema razão, divisão de extrema razão ou áurea excelência. O número de ouro é ainda frequentemente chamado razão de Phidias .
Desde a Antiguidade, a proporção áurea é empregada na arte. É frequente a sua utilização em pinturas renascentistas, como as do mestre Giotto. Este número está envolvido com a natureza do crescimento. Phi (não confundir com o número Pi π), como é chamado o número de ouro, pode ser encontrado na proporção das conchas (o nautilus, por exemplo), dos seres humanos (o tamanho das falanges, ossos dos dedos, por exemplo) e nas colméias, entre inúmeros outros exemplos que envolvem a ordem do crescimento.
Justamente por estar envolvido no crescimento, este número se torna tão frequente. E justamente por haver essa frequência, o número de ouro ganhou um status de "quase mágico", sendo alvo de pesquisadores, artistas e escritores. Apesar desse status, o número de ouro é apenas o que é devido aos contextos em que está inserido: está envolvido em crescimentos biológicos, por exemplo. O fato de ser encontrado através de desenvolvimento matemático é que o torna fascinante.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Aos colegas da UCAM, história. Um pouquinho da imagem do texto.

Um trecho do texto do PARIS NO TEMPO DO REI SOL do Prof. Eduardo Affonso, me fez curiosa lemrança da belíssima imagem do local, Place Dauphine, Paris.

5º Parágrafo da página 81...

Os mercadores das primeiras categorias dessa corporação eram frequentemente muito ricos. Como as dos tecelões, suas casas - que serviam ao mesmo tempo como local de  comércio e habitação - alinhavam-se a Rue Daint-Honoré, ao longo das ruas que se estendiam em direção ao Cemitério dos Inocentes e da Rue Saint-Denis, um dos principais centros de venda de tecido. As casas dos ourives ficavam nesse bairro e na rua que ainda leva seu nome, mas sobretudo no lado sul da Place Dauphine, onde podíamos admirar as mais bonitas lojas. ...

Obs.: O texto também fala sobre o local onde serviam de alojamento dos "Aprendizes", as águas-furtadas. Na verdade é só observar na foto a parte superior do edifícil, que é coroado com uma espécie de telhado que acompanha a fachada. Conhecida como Mansardas, O termo mansarda tem origem no nome do arquiteto parisiense François Mansart (1598-1666). Com essa janela no telhado, era possível ventilar e iluminar o vão. Se antes era o alojamento dos aprendizes, hoje são os espaços mais caros de Paris.
M. Muylaert